maio 2019 - Dicas da Lu

quinta-feira, 30 de maio de 2019

SOPHIA, POR ISABEL NERY, PELA ESFERA DOS LIVROS

A minha última leitura foi a biografia, a única que existe, apesar de não autorizada, de Sophia de Melo Breyner Andresen, escrita por Isabel Nery e editada em Maio de 2019 pela Esfera dos Livros, neste ano em que se comemora o centenário do seu nascimento.
Do meu ponto de vista e salvo melhor opinião (uma vez que a nossa perceção se altera com o tempo e as experiências), considero um registo interessante ao descrever o contexto histórico no âmbito do qual Sophia viveu e que permitirá enquadrar grande parte da sua obra.
Por outro lado, ao conhecermos a árvore genealógica desde o seu bisavô Dinamarquês, que se estabeleceu no Porto, ficamos com uma visão muito mais completa das raízes de Sophia.
Esta biografia encontra-se estruturada ao longo de 25 capítulos, seguida de uma breve cronologia, notas, fontes e referências bibliográficas.
A leitura teria sido mais fluida se as notas estivessem integradas no rodapé da respetiva página, ao invés de se encontrarem no final do livro.
Os nomes dos capítulos vão-nos sugerindo a linha de abordagem da autora, que é também cronológica: lá onde tudo começou, o avô marinheiro e o urso, primeiro porto de abrigo, o avô aristocrata e as moléstias vergonhosas, o nascimento, a morte romântica e os Andresen, a Granja da casa branca e os primeiros poemas, Tareco e Xixá o início, contos de aquém e além sarampo, as mãos horrorosas dos fascistas, rumo ao sul a descoberta do Algarve, a paixão helénica, filha de um Deus poético, da Igreja se faz oposição, a marcha para a liberdade, quem é Francisco Sousa Tavares, o sequestro e as mais amplas comidas, um casamento no verão quente, por uma definição de cultura, o divórcio litigioso e o beijo da paz que faltou, o amigo Soares e a amada Grécia, aquele mundo dela, Sophia e o mito, o segundo enterrou ou a imortalidade.
Para além da ampla recolha bibliográfica a autora viajou pelos lugares que terão sido os mais emblemáticos para Sophia procurando uma aproximação à sua vivência poética, tendo também recolhido inúmeros testemunhos de alguns familiares da biografada, bem como amigos, personalidades que todos identificamos.
Com este livro ficamos com uma aproximação à singularidade da sua personalidade e percurso, permitindo uma melhor compreensão também da sua obra.
Uma biografia a reler pela riqueza e complexidade dos factos, sendo que falar de Sophia é indissociável em relação ao contexto histórico, económico, social e cultural que marcaram o século passado português
A autora conclui: "Sophia foi-é-isto: azul, poesia, promessa".
Deixo aqui uma entrevista da autora à TSF.




Data de Publicação maio 2019
Número de páginas 352
Tipo de Capa Capa Mole
Autor Isabel Nery
Editor A Esfera do Livros


SINOPSE:
Sophia é sinónimo de figura maior da literatura portuguesa, de poesia luminosa e despojada, de contos infantis que continuam a marcar gerações, mas também de poeta que pendurou palavras na ponta das espingardas para chamar «velho abutre» ao ditador; que usou de pontaria certeira enquanto deputada na Assembleia Constituinte, onde lembrou que só haveria liberdade se houvesse justiça e que um país mais justo passava por um Portugal mais culto; que teve a coragem de dizer adeus às armas quando constatou que, depois do 25 de Abril, a poesia esteve na rua, mas rapidamente voltou para dentro de casa. No ano em que se assinala o centenário do seu nascimento, a jornalista Isabel Nery percorre lugares e pessoas que fizeram parte da história de Sophia de Mello Breyner Andresen. Porque não é possível escrever a sua biografia sem visitar o Porto, a Grécia, Lagos, a Travessa das Mónicas na Graça, ou mesmo a pequena ilha de Föhr, no mar do Norte, de onde Jan Andresen, bisavô da poeta, era originário. Ou entrevistar quem com ela privou, o que resultou na recolha de 60 testemunhos: do pescador José Muchacho que levava Sophia a visitar as grutas em Lagos, ao amigo Manuel Alegre, até ao ensaísta Eduardo Lourenço, passando por companheiros das letras e da política, família, tradutores e investigadores. Porque não é possível escrever a sua biografia sem ler os relatórios dos interrogatórios a que foi sujeita na sede da PIDE, sem compreender o contexto histórico em que viveu ou as suas relações familiares.
A biografia que faltava sobre a primeira portuguesa a receber o Prémio Camões. A única mulher escritora com honras de Panteão Nacional, a quem muitos gostavam de ter visto atribuído o Prémio Nobel.

SOBRE A AUTORA:
A curiosidade pelo outro levou-a a estudar na Alemanha ainda adolescente, e mais tarde em Espanha e nos EUA. A mesma curiosidade levou-a até ao jornalismo, amor à primeira vista, depois da licenciatura em Relações Internacionais e do mestrado em Comunicação. Isabel Nery é jornalista na revista VISÃO e coordena um núcleo de Jornalismo e Literatura no Clepul, centro de investigação da Faculdade de Letras. O seu livro de reportagem As Prisioneiras - Mães Atrás das Grades, foi adaptado para a curta-metragem Os Prisioneiros, e a reportagem Vida Interrompida percorreu o país em exposição itinerante (em co-autoria com Marcos Borga). O trabalho de Isabel Nery foi já distinguido com vários prémios, entre eles o Prémio Mulher Reportagem Maria Lamas, o Prémio Jornalismo pela Tolerância, o Prémio Paridade Mulheres e Homens na Comunicação Social, e o Prémio Jornalismo e Integração, da UNESCO. Enquanto investigadora, publicou ensaio e apresentou comunicações em várias instituições portuguesas e estrangeiras, nomeadamente nos EUA e Canadá. Foi uma das jornalistas selecionadas pela Fundação Luso-Americana (FLAD) para o curso de jornalismo no Committee of Concerned Journalists (CCJ), em Washington. Faz parte da direção do Sindicato dos Jornalistas desde Janeiro de 2015.

KELLY CLARSON, DANCING ON MY OWN


 
Somebody said you got a new friend
Does she love you better than I can?
There's a big black sky over my town
I know where you're at, I bet she's around
And yeah, I know it's stupid
But I just gotta see it for myself
I'm in the corner, watching you kiss her, oh oh oh
I'm right over here, why can't you see me, oh oh oh
And I'm giving it my all, but I'm not the guy you're taking home, ooh
I keep dancing on my own
I'm just wanna dance all night
And I'm all messed up, I'm so out of line, yeah
Stilettos and broken bottles
I'm spinning around in circles
And I'm in the corner, watching you kiss her, oh
I'm right over here, why can't you see me, oh
And I'm giving it my all, but I'm not the guy you're taking home, ooh
I keep dancing on my own
And oh no
So far away but still so near
The lights come up, the music dies
But you don't see me standing here
I just came to say goodbye
I'm in the corner, watching you kiss her, oh
And I'm giving it my all, but I'm not the guy you're taking home, ooh
I keep dancing on my own
And oh no
Sit down in the corner, watching you kiss her, oh no
And I'm right over here, why can't you see me, oh no
And I'm giving it my all, but I'm not the guy you're taking home, ooh
I keep dancing on my own
So far away, but still so near
The lights come up, the music dies
But you don't see me standing here
Compositores: Patrik Jens Berger / Robin Miriam Carlsson
Letras de Dancing On My Own © Universal Music Publishing Group

segunda-feira, 20 de maio de 2019

O PROCESSO VIOLETA, DE INÊS PEDROSA, PORTO EDITORA

A minha última leitura foi o livro 'O processo Violeta' de Inês Pedrosa, editado pela Porto Editora em Janeiro de 2019.
O livro está dividido em duas partes: a primeira 'Menoridade', muito extensa e a segunda parte, muito breve 'Maioridade'.
Uma história dramática, complexa, com muitas dimensões e narrativa na terceira pessoa, que esboça um retrato do contexto económico, social e político de Portugal nos anos 80 e inícios dos anos 90, ao mesmo tempo que aborda o tema do desamor e do amor e a sua relação com a 'maioridade', a relação entre fantasia e realidade, o sentido de culpa e a responsabilidade.
Na primeira parte a narrativa está enriquecida com inúmeras histórias de amores com uma grande diferença de idades e das consequências desses amores para o papel feminino.
Encontramos como personagens secundários, pais homofóbicos, um marido violento, um toureiro aristocrático.
Ana Lúcia, professora, é violada por um aluno e assistimos à forma como gere essa situação. O aluno menor mas agressivo e violento. Ana Lúcia é amiga da professora Violeta de 32 anos, casada e com 2 filhos, que inicia uma relação com um aluno de 14 anos, Ildo. Como consequência Violeta é acusada e chega a ser presa.
Aqui a discussão sobre a menoridade será sobre a inocência e eventual vitimização.
Com estes dois menores percebemos que não se podem generalizar conceitos.
Ildo é filho da  Cabo-verdiana Paulina, criada num bairro de lata, a quem as oportunidades não são oferecidas, não conseguindo estudar nem levar a vida como gostaria progredindo socialmente.
Nuno Delgado é o aristocrático cavaleiro tauromáquico, pai de Ildo em resultado das suas avbenturas e que não o quis conhecer embora o tenha perfilhado, facto obrigatório no pós 25 de Abril.
Clarisse é jornalista no jornal 'O Insubmisso' responsável pela exposição mediática da história do relacionamento de Violeta com Ildo, bem como da revelação pública do pai de Ildo. Esta exposição pública da paternidade acaba por aproximar Ildo do pai e determinar o futuro de Ildo.
O jornal 'O Insubmisso',de acordo com autora, terá sido inspirado em parte no semanário 'O independente' fruto de uma elite, que apresentava manchetes polémicas, denunciando figuras públicas, escândalos políticos, casos de corrupção e de uso indevido de dinheiros públicos.
Como referi anteriormente, uma história complexa e crítica, que retrata disparidades sociais e económicas, a forma como funciona o 'elevador' social, des(amores) e amores im(possíveis), culpa, punição e redenção, a par do retrato de uma nova era do jornalismo.
Um livro que releria, pela riqueza dos detalhes.
Já leram?
Qual a vossa opinião?
Deixo aqui o link de uma entrevista da autora sobre este livro.



ISBN: 978-972-0-03142-6
Edição ou reimpressão: 01-2019
Editor: Porto Editora
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 18 mm                        
Encadernação: Capa mole                                                 
Páginas: 232
Tipo de Produto: Livro                                                   
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
SINOPSE:
No Portugal festivo e individualista do fim da década de 80, Violeta, uma professora de 32 anos, engravida de Ildo, um aluno de 14 anos, filho de uma mãe solteira cabo-verdiana. O Insubmisso, novo jornal de uma elite em ascensão, perseguirá a história e descobrirá que o pai de Ildo é um cavaleiro tauromáquico aristocrata. O escândalo do chamado processo Violeta contrastará com o silêncio absoluto através do qual Ana Lúcia, amiga de Violeta, oculta a sua violação por um outro aluno de 14 anos da mesma escola. Este romance apaixonante interroga, com inteligência, imaginação e humor, os interditos de uma sociedade que se diz livre e despida de preconceitos. O processo Violeta é, afinal, o de um país de hábitos clandestinos, esconsos, sacrificiais e crepusculares.

SOBRE A AUTORA:
Inês Pedrosa (1962, Coimbra) tem uma vasta obra de ficção, crónica, dramaturgia e biografia, na qual se destacam os romances Nas Tuas Mãos (1997, Prémio Máxima de Literatura), Fazes-me Falta (2002, mais de 150 mil exemplares vendidos), A Eternidade e o Desejo (2007, finalista dos Prémios Portugal Telecom e Correntes d’Escritas), Os Íntimos (2010, Prémio Máxima de Literatura), Dentro de Ti Ver o Mar (2012) e Desamparo (2015).
Livros seus estão publicados nos Estados Unidos da América, na Alemanha, no Brasil, na Croácia, em Espanha e em Itália. O seu percurso jornalístico foi distinguido com vários prémios. Dirigiu a Casa Fernando Pessoa entre 2008 e 2014. Trabalha também como tradutora e curadora de eventos literários. Participa no programa semanal de debate político O Último Apaga a Luz (RTP3) e no programa semanal de debate sobre literatura A Páginas Tantas (Antena 1). É autora e realizadora do programa semanal sobre questões de Género Um Homem, Uma Mulher (Antena 1). Em 2017 lançou uma editora, Sibila Publicações. O Processo Violeta é o seu mais recente romance.

FILME DA SEMANA: MIA E O LEÃO BRANCO

Olá a todos.
Hoje passei por aqui para deixar o registo do último filme que assisti e que merece o meu destaque não só pela fotografia, por ter sido filmado na África do Sul, mas também pela mensagem que encerra.
A história foi filmada durante cerca de 4 anos sendo por isso invulgar pois assistimos ao longo dos 4 anos durante os quais decorre filme, à evolução física dos atores e também do leão branco, desde bebé a adulto, a figura central do filme.
Para além da evidente evolução física, assistimos igualmente à evolução psicológica e à inevitável ligação que se cria entre a jovem atriz e o leão, Charlie.
De facto, os animais apesar de selvagens também têm sentimentos e podem estabelecer ligações de empatia e confiança com os criadores ou cuidadores.
Mia a personagem principal do filme é uma jovem que a determinada altura acompanha os pais que deixam uma vida em Londres para se dedicarem a garantir a gestão de uma quinta de criação de felinos e outros animais selvagens em África do Sul, após o falecimento do seu avô, que geria a quinta.
A gestão da quinta, para além de garantir a preservação da vida animal através da criação em cativeiro ou resgate de animais doentes ou feridos, receberia voluntários e visitas de turistas por esse motivo, vendendo pontualmente alguns animais para zoológicos. 
Se a mudança para a África do Sul parecia problemática para Mia, que se sentia desajustada e revoltada com os pais, aos poucos a afinidade que estabelece com a cria de leão, que nasceu invulgarmente branco, garante-lhe alguma estabilidade, foco e pacificação com o novo ambiente e realidade em que passa a viver.
Com o decurso da história, Mia, tal como o espetador, são confrontados com uma realidade que choca nos dias de hoje.
A grande maioria das quintas de criação de animais selvagens, na verdade, têm como objetivo alimentar o mercado paralelo e legalizado de caçadores de prémios, apesar aparentarem trabalhar na proteção das espécies e vida animal recebendo até excursões turísticas.
Este filme visa alertar a opinião pública para esta triste realidade e para o facto da população de leões estarem a decrescer, correndo o risco de extinção em cerca de 20 anos se não forem tomadas medidas pelas autoridades no  sentido de os declarar como uma espécie ameaçada.
Mia, obstinada, contra tudo e todos, correndo risco de vida, enceta uma assombrosa aventura sozinha no sentido de conduzir o leão branco para uma reserva natural onde as autoridades legalmente não lhe poderiam fazer mal.
Percebemos porque o irmão de Mia, que sempre adorou animais, sempre teve pesadelos e que no fundo, os pais de Mia não convivem de forma pacífica com o que fazem ao vender os animais para caçadores de prémios, como forma de arranjarem dinheiro para subsistirem.
Charlie, o leão branco, representa neste filme um símbolo de redenção para a espécie, para Mia, para a família de Mia.
Um filme muito interessante pelas dimensões da mensagem que nos transmite e pelos cenários extraordinários a nível de fotografia.


Título original:Mia et le Lion Blanc
De:Gilles de Maistre
Com:Daniah De Villiers, Mélanie Laurent, Langley Kirkwood
Género:Drama, Aventura
Classificação:M/6
Outros dados:ALE/FRA/África do Sul, 2018, Cores, 98 min.

Aos 11 anos, Mia vê-se obrigada a deixar Inglaterra e partir para África do Sul, onde os pais ficarão responsáveis por uma quinta de criação de felinos. A adaptação é difícil e ela só quer regressar a casa. Mas, quando conhece Charlie, uma pequena cria de leão branco, tudo se altera. Entre Mia e o leãozinho nasce uma amizade incomum que a faz recuperar a alegria de outrora. Porém, passados três anos, Charlie cresceu e, segundo a opinião dos adultos, tornou-se perigoso. Os pais de Mia optam por vendê-lo. Revoltada, Mia percebe que apenas há uma solução: seguir viagem pela savana africana até encontrar um lugar onde o seu melhor amigo possa viver em liberdade.
Com realização de Gilles de Maistre ("Féroce"), um filme sobre o poder da amizade cujo elenco inclui Daniah De Villiers, Mélanie Laurent e Langley Kirkwood.

sábado, 11 de maio de 2019

AS INSEPARÁVEIS, DE KRISTIN HANNAH, BERTRAND EDITORA

Este é o penúltimo livro de Kristin Hannah editado em Portugal e o meu primeiro livro desta autora, de quem já tinha ouvido falar acerca do livro 'O Rouxinol'.
O livro encontra-se dividido em quatro partes, sendo que a cada uma corresponde uma década: os anos 70 (dancing queen), os anos 80 (love is a battle field), os anos 90 (i´m every women) e o novo milénio (a moment like this).
O narrador vai oscilando entre os universos pessoais da personagem principal Kate e da sua melhor amiga Tully que se conhecem na adolescência nos anos 70. Começam por admirar o universo da outra sem perceberem que não há ninguém perfeito nem famílias perfeitas.
Aparentemente tão diferentes aproximam-se e partilham aventuras e sonhos, experiências e vivências.
À medida que o tempo vai passando acabam por prosseguir caminhos e ambições diferentes, muito embora mantenham sempre contacto e consigam manter uma profunda fidelidade apesar de algumas peripécias e desconfianças.
A história é dramática mas muito interessante pois transporta-nos para as décadas de 70 do século XX, ao novo milénio, sendo que é inevitável não nos deixarmos por identificar com muitos contextos e situações.
Para além de algum revivalismo, este livro aborda temáticas como a adolescência, escolhas, conflitos pessoais e familiares e o papel difícil do educador numa sociedade em constante transformação, desgostos e realizações, a passagem do tempo, bem como os sonhos que por vezes ficam para trás e finalmente, a redenção. Vamos vislumbrando o desenvolvimento pessoal das personagens ao longo da história, que podia ser a de qualquer um de nós.
Gostei deste livro apesar do desfecho não ter sido o mais positivo, pese embora a vida real ser também assim mesmo.
Na imprensa existem notas que noticiam a futura adaptação deste livro a série pela Netflix.
Vamos aguardar, pois promete.
Recomendo e fiquei curiosa para ler outros livros desta autora.



ISBN: 9789722536332
Edição ou reimpressão: 07-2018
Editor: Bertrand Editora
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 233 x 33 mm
Encadernação: Capa mole 
Páginas: 552
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance

SINOPSE:
Corre o ano de 1974 e o verão do amor está prestes a terminar. Os filhos das flores começam a perceber que não conseguem sobreviver apenas com paz e amor.
Kate aceitou o seu lugar no fundo da cadeia alimentar social do liceu. Até que, para seu grande espanto, a «rapariga mais fixe do mundo», Tully, a rapariga que todos os rapazes querem conhecer, muda-se para a casa da frente e quer ser sua amiga. Tully e Kate tornam-se inseparáveis e, chegado o fim do verão, prometem ser «melhores amigas para sempre».
Ao longo de trinta anos, Tully e Kate apoiam-se mutuamente, resistindo às tempestades próprias da amizade, do ciúme, da raiva, da dor e do ressentimento. Tully segue a sua ambição de conquistar o sucesso e a fama. Kate sabe que a única coisa que quer é apaixonar-se e ter uma família. O que ela não sabe é que ser mãe e esposa é algo que a vai mudar.
Julgam ter sobrevivido a tudo, até que um ato singular de traição as separa. Mas será que os laços de amizade que antes as uniram serão mais fortes do que esse afastamento quando surge uma tragédia?


SOBRE A AUTORA:
Kristin Hannah nasceu em 1960 no sul da Califórnia. Aos 8 anos a família mudou-se para Western Washington. Trabalhou em publicidade, licenciou-se em Direito e trabalhou alguns anos em advocacia, em Seattle. Quando a gravidez a obrigou a ficar de cama durante vários meses, Kristin retomou uns textos antigos que tinha escrita em parceria com a falecida mãe, que sempre dissera que ela seria escritora. O marido encorajou-a e assim que o filho nasceu, Kristin abandonou a anterior atividade profissional e dedicou-se à escrita a tempo inteiro. O primeiro êxito surgiu em 1990 e desde então que a sua profissão é escrever. A autora já publicou 19 romances. Ganhou prestigiados prémios como um "Rita Award" (Romance Writers of América) em 2004 com Between Sisters, e o National Reader's Choice. A sua obra está traduzida em várias línguas. Vive com o marido e filho na costa noroeste dos Estados Unidos.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

PASSATEMPO PRIMAVERA BLOG DICAS DA LU - VENCEDORA JÁ APURADA NO INSTAGRAM

Há imenso tempo que não passava por este cantinho para deixar um miminho para um(a) seguidor(a)!
Por isso, vou sortear pelo random.org o pequeno miminho abaixo.



Para participarem as regras são as seguintes:
-seguirem o instagram do blog aqui;
-colocarem gosto no posto do passatempo no instauram do blog;
-Identificarem duas pessoas nos comentários do post do passatempo no instagram do blog
Válido para Portugal continental e ilhas
O passatempo termina dia 17 de Maio!
Boa sorte a todos!

A vencedora já foi apurada: @anasilvano95
Obrigada a todos pela participação e em breve teremos mais passatempos!